NO PALCO

GRUPO MIRANTE APRESENTA ''A CIGARRA E A FORMIGA''  (NO PALCO) escrito em sexta 18 julho 2008 22:23

Vem, Cigarra (com rafael martins) Trecho da canção "Vem, Cigarra".Show de divulgação do CD "A Cigarra e a Formiga" (Trilha Sonora Original da Peça) - Teatro Celina Queiroz, Unifor. 2 de julho de 2008.____________________________________O Grupo Mirante de Teatro apresenta o musical ´A Cigarra e a Formiga´, todos os sábados e domingos de julho, sempre às 17h, no Teatro Celina Queiroz. Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Contato: 3477 3033.______________________________________Coordenação Geral - Randal Martins Pompeu.Produção Executiva - Liádina CamargoDireção Artística - Hertenha GlauceDireção Musical, Músicas, Cifras e Arranjos - Rodrigo CardozoTexto/Conto e Letras - Rafael MartinsRevisão Textual - José BastosVozes - Daniella de Lavôr, Isabelle Araújo, Kelva Cristina, Monera Sampaio, Rafael Martins, Ricardo Tabosa, Wilson Freire.Músicos - Bob Mesquita (sax e flauta transversal), Hugo Filho (Percursão), Rodrigo Cardozo (Violão e Guitarra), Victor Hugo (Baixo)Realização - Fundação Edson Queiroz / Universidade de http://images.orkut.com/orkut/albums/ATgAAABRBUCDSOZKoI8SI2F6dso-oC3zis9MBKTB1GLqCHV0XsKGrCkW-ow9MObDKBq5h8a3YSsuRGioqNoEHW1PmQGAAJtU9VCLNXNuvy7J7KXtasluyMhdAROdHw.jpgFortalezaPatrocínio - Recurso do Fundo de Cultura

 

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Espetáculo pão com mortadela  (NO PALCO) escrito em quinta 20 março 2008 21:17

E o espetáculo PÃO COM MORTADELA - Indicado ao Prêmio Shell de Melhor Direção - volta em cartaz no dia 21 de março de 2008, na Casa da Gávea (Pça Santos Dumont 116/sobrado, Gávea) - 6as e sábs às 21h, dom às 20h. Texto: Charles Bukowski Direção: João Fonseca. Adaptação: João Fonseca e Sacha Bali. Elenco: Aline Fanju, Gustavo Nunes, Lívia de Bueno, Jorge Lucas, Rosanna Viegas e Sacha Bali. Jefferson Lessa, O GLOBO: LINDA VITÓRIA DA PAIXÃO SOBRE A MEDIOCRIDADE Quando morreu, em 1994, aos 74 anos, Henry Charles Bukowski Junior era conhecido pela singela alcunha de Velho Safado (Nasty Old Man). O apelido, acreditem, não poderia ser mais carinhoso. Bukowski havia conquistado o direito de ser chamado assim por conta das muitas décadas de bebedeiras, sexo a torto e a direito e empreguinhos desgraçados – enfim, as chamadas agruras da vida – que moldaram seu caráter, sua imagem e, claro, sua prosa. DIREÇÃO DE JOÃO FONSECA É APAIXONADA E CRIATIVA Em 1982, ele escreveu “Ham on Rye”, em que narra, através de seu alter ego, Henry (“Hank) Chinaski, suas infância e adolescência terríveis. Detalhe: Bukowski declarou que este foi seu livro mais difícil. Aqui, “Ham on Rye” virou a peça “Pão com Mortadela”, em cartaz só até domingo na sala Multiuso do Espaço Sesc, em Copacabana. Para começar, é muito boa a idéia de transformar “Misto Quente” em ”Pão com Mortadela”. Tem mais a ver com o universo retratado no palco. A idéia partiu do diretor João Fonseca, que adaptou o texto com o ator Sacha Bali, estrela do espetáculo. (sim, “Pão com Mortadela” pode e deve ser chamado de espetáculo). Apenas seis atores (Aline Fanju, Gustavo Nunes, Jorge Lucas, Lívia de Bueno, Rosanna Viegas e, claro, Sacha Bali) interpretam vários personagens da vida de Henry Chinaski. Seria injustiça destacar este ou aquele, pois todos estão ótimos. Mas vale a pena destacar a direção criativa – e nitidamente apaixonada – de João Fonseca, que cria quadros com pouquíssimos elementos. O cenário lindo de Natália lana se resume a alguns móveis, garrafas que pendem sobre o aplco e painéis com trechos do texto escritos à mão. Além de lindo, prático e inteligente, é valorizado epla iluminação de Luis Paulo Neném e Daniela Sanches. Os figurinos, em tons de bege e branco, são polivalentes. Uma calça se transforma em bermuda om o uso de botões estrategicamente colocados. Palmas para Nello Marrese. ESPETÁCULO FOGE DA MEDIOCRIDADE DA FORMA Num espetáculo com tantos acertos, talvez o único deslize é, talvez, o resultado da paixão que envolveu a montagem. Uns 15 minutos a menosornariam “Pão com Mortadela” irresistível. Não se trata de uma vulgar questão de cansaço pela longa duração, mas de agilidade; algumas cenas são redundantes. Já foi dito, em alguma cena anterior, que Bukowski preferia a solidão. Em alguns momentos, a peça parece chover no molhado. Isso porém, não chega nem perto de embaçar o brilho de um espetáculo tão bonito e vigoroso. Comovente. Mil vezes um erro causado pela paixão do que os acertos banais atingidos através da mediocridade certinha que segue fórmulas. O homenageado poderia até fazer cara de mal, mas certamente aprovaria a homenagem.

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EN PASSANT  (NO PALCO) escrito em sábado 15 março 2008 19:14

 Jadeilson Feitosa e Milena Pitambeira protagonizam En Passant http://www.opovo.com.br/opovo/vidaearte/img/771266_not_fot.jpg

  Não, não se trata de uma apreciação do masoquismo, muito pelo contrário. Desconforto aqui é uma condição psicológica, o primeiro requisito para os questionamentos, as reflexões. Todo conformismo é confortável, passivo e sempre pouco criativo. Mas as ousadias são incômodas e, quando tecidas com talento, prazerosas. Ousada é a peça En Passant, com o texto de Rafael Martins, que atinge o poético sem deixar de ser espontâneo na dramaturgia. Os dois atores, Jadeilson Feitosa e Milena Pitombeira, marcam os diálogos - reticentes e cíclicos - por fragmentos de riso, choro ou gestos de perplexidade. As falas, durante o enredo, tornam-se cambiáveis, denunciando a impotência das palavras que não conseguem jamais definir uma existência. Percebe-se muito do sentimento do absurdo, do mergulho clariceano em todas as seqüências - e, simbolicamente, deparamos com a dimensão de um "vazio" que agiganta as possibilidades interpretativas. En Passant traz a sensação de frio e solidão, mas paradoxalmente faz rir e sugere acolhida. As personagens assumem uma atmosfera de antiguidade, em que os detalhes vermelhos do figurino - que tem a excelência autoral de Yuri Yamamoto - parecem ser a única marca de vitalidade. Essa energia sangüínea já incomoda e é desconfortável, porque induz à reflexão, à simbologia. Existe ainda uma proposta do caricato, pela lembrança do traço de Tim Burton no desenho dos balanços, do poste e na própria imagem esguia e pálida da atriz Milena. Tal resgate, que nasce associado à memória de universos infantis (ainda que com seus instantes mórbidos, que o mesmo Tim Burton também apresenta), não parece se ajustar completamente aos personagens, envelhecidos com precocidade. Esse desajuste, da mesma forma, traz desconforto. Talvez o maior componente metafórico da peça seja o cachecol vermelho, absurdamente longo, que inicialmente pertence ao personagem masculino, mas aos poucos vai servindo de elo, manipulado também pela figura da mulher. As dobraduras e os enlaces assumem discretas coreografias, pulsando em silêncio enquanto as cenas se recortam entre black-outs. Os personagens evoluem, assim enlaçados, como dois lados de uma mesma personalidade, que ocasionalmente se monta, reconhecida em espelho. É o que acontece no beijo, trocado não porque se trata de um casal em cena, um homem e uma mulher que se tornam íntimos. O beijo é muito mais uma relação de reflexo - os lábios se unem como se uniriam as mãos, as palmas coladas na superfície da imagem narcísica. As duas figuras, de passagem, instabilizam-se, como instável é o tempo, contado somente por madrugadas, em alternâncias de luz: outro desconforto. O cachecol, como símbolo, transforma-se na própria malha do discurso, na tessitura das palavras; é o que resta na praça ausente, quando tudo termina. Como uma estátua que se erguiria em homenagem aos dois personagens, o cachecol é o que fica - e sua lã é o conforto, o aconchego, afinal. Não é à toa que na estréia de En Passant cada pessoa da platéia recebeu um mini-cachecol vermelho, que alguns fizeram de pulseira, enquanto outros amarraram no cabelo... Os fios da arte, os mistérios de Ariadne estavam todos lá, em labirintos de silêncio. Só quem não se incomodou foi que deixou de perceber. SERVIÇO En Passant. Estréia hoje, às 20 horas, no Teatro Sesc Emiliano Queiroz. Em cartaz aos sábados e domingos de março, no mesmo horário. Ingressos: R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Outras informações: (85) 3452 9066 e 3452 9000. Tércia Montenegro é escritora e já teve vários de seus contos encenados pelo grupo Cabauêba de Teatro

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NO PALCO  (NO PALCO) escrito em sábado 05 janeiro 2008 03:30

 CLAUDIA TELLES

 

Começando o ano e as comemorações dos 50 anos da Bossa Nova, estarei esse fim de semana no Chico's Bar, que agora é na Barra da Tijuca. Dias: 04 e 05 de janeiro de 2008. Chico’s Bar Praça Euvaldo Lodi, 75 - Barra da tijucaInformações: 3153-4040couvert: R$20,00horário do show 22:00

 

 TEATRO

NAO PERCAM, ABRINDO A TEMPORADA DE FÉRIAS NO TEATRO DRAGAO DO MAR, O ESPETÁCULO : DEVELOPAR, UMA COMÉDIA CLOWNESCA PARA TODAS AS IDADES. COM

NÚCLEO HUMUS DE PESQUISAS TEATRAIS DE ITAPIPOCA, Com Rinardo Mesquita, Flávio Sampaio, Watson Nascimento e Viana Júnior.

 

TODAS AS TERÇAS DE JANEIRO A PARTIR DAS 20:00h.

 

 NOIS DE TEATRO

 

GRUPO NOIS DE TEATRO

Ei, Dia 08 de janeiro de 2008, próxima terça-feira, o grupo Nóis de Teatro vai estar se apresentando no CENTRO CULTURAL OBOÉ, com o nosso mais novo espetáculo O JUIZ DE PAZ NA ROÇA... Imperdível!!!entrada é gratuita... queria muito te ver por lá vendo o nosso trabalho... fica por detrás do Shopping Deo Paseo, na Maria Tomásia... Vai lá! Ás 19h30... Te espero lá! Um xêro e até já!

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STAÇÃO SE7E-FESTIVAL DE DANÇA  (NO PALCO) escrito em sexta 07 dezembro 2007 21:45

STAÇÃO SE7E. Festival de Dança da Lia Ary Dance Studio. Dias 10, 11 e 12 de Dezembro, ás 20:30h. Local: Centro de Convenções. Ingressos á venda com os alunos ou na academia. O número 7 é místico. Talvez ainda não percebemos mas muitas coisas possuem esse número. O Arco-íris que todos conhecemos tem 7 cores. Todos estamos sujeitos a cometer os 7 pecados capitais, e nos desfrutamos com as 7 artes. Conhecemos a história da Branca de Neve e os 7 anões e dos 7 dias para a criação do mundo. E agora no ano de 2007, a Lia Ary Dance Studio traz, através da dança, esse misticismo e muito mais! NÃO PERCA!
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