Frases de Roberto Carlos  (GRANDES NOMES) escrito em sexta 19 dezembro 2008 04:03

"Quase gravei a música As Rosas Não Choram, do Cartola, mas não fiz justamente por achar que elas falam." Obs.: Em 2005. [ Roberto Carlos ] 

"O dia em que eu for lançar um livro biográfico quem escreverá será meu amigo Okky de Souza." [ Roberto Carlos ] |

"Descobri que o amor sem limite é a medida certa do amor." [

´´...de que vale ter tudo na vida, se você não está aqui?...´´

Quando a gente ama alguém, de verdade, esse amor não se esquece. O tempo passa, tudo passa, mas no peito o amor permanece, e qualquer minuto longe é demais, a saudade atormenta, mas qualquer minuto perto é bom demais, o amor só aumenta.E a emoção do nosso amor Não dá pra ser contida A força desse amor Não dá pra ser medida Amar como eu te amo Só uma vez na vida'Roberto Carlos

Eu não me acostumo sem seus beijos E não sei viver sem seus abraços Aprendi que pouco tempo é muito Se estou longe dos seus braços E por isso eu te procuro tanto E te telefono a toda hora Pra dizer mais uma vez "te amo" Como estou dizendo agora

permalink

Grandes nomes -Roberto Carlos  (GRANDES NOMES) escrito em segunda 15 dezembro 2008 05:01


http://bp1.blogger.com/_GToUC0MWf00/SFnSm78fTjI/AAAAAAAAAH8/M1F5w6fPXf4/S1600-R/RC+anos+70c.jpg

permalink

Grandes nomes -Roberto Carlos  (GRANDES NOMES) escrito em segunda 15 dezembro 2008 03:13

No dia 27 de abril um acordo judicial proibiu a produção e a venda de um livro que estava na lista dos mais vendidos: a biografia não-autorizada "Roberto Carlos em detalhes". Curiosamente, o autor do livro, Paulo César de Araújo, se diz fã do rei desde criancinha. Exclusivo: Roberto Carlos explica porque recorreu à Justiça para censurar o livro que conta toda a história de sua vida. “Eu não sei por que essa onda toda, de achar que isso é uma volta à censura. Isso não se trata de censura”, afirma ele. No dia 27 de abril, um acordo judicial proibiu a produção e a venda de um livro que estava na lista dos mais vendidos: a biografia não-autorizada “Roberto Carlos em detalhes”, escrita por um autor que se diz fã do rei desde criancinha, Paulo César de Araújo. “Eu queria que o Roberto Carlos tivesse um livro assim, que analisasse em profundidade a sua trajetória na música brasileira”, diz o escritor. A decisão provocou a maior polêmica. “Conheço vários biógrafos que têm problemas justamente com isso. Daqui a pouco a gente está assistindo a volta da censura”, repreende o escritor Paulo Coelho. “È o ressurgimento de uma censura togada, no Brasil”, denuncia o escritor Fernando Morais. Um mês depois, Roberto Carlos se defende e fala ao Fantástico durante uma excursão aos Estados Unidos. Os dois shows em Miami para o lançamento do CD e a gravação do DVD em espanhol, depois de quase 10 anos sem cantar ao vivo para este público, foram para matar a saudade de muita gente. A retomada da carreira internacional acontece num dos momentos mais importantes profissionalmente. Roberto Carlos acaba de entrar para o seleto grupo de artistas com 100 milhões de discos vendidos no mundo, ao lado de cantores como Michael Jackson e Barbra Streisand. Ele é o único sul-americano a alcançar essa marca. A imprensa internacional também comemorou o retorno de Roberto Carlos. Em entrevista coletiva com jornalistas do mundo todo ele foi comparado a outro “Rei”: Elvis Presley. E disse que o recolhimento foi necessário para curar as feridas deixadas pela morte da mulher Maria Rita, em 1999. “O tamanho do amor é o tamanho dessa dor”, disse ele. E falou da expectativa dessa nova fase internacional: “Minha expectativa é muito otimista. Estou empenhado em fazer tudo como eu sempre gosto de fazer: com muito cuidado, com muito cuidado, detalhismo”. Em entrevista exclusiva ao Fantástico Roberto Carlos falou sobre o tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo – a razão para tantos rituais e superstições que o acompanham há décadas. Ele disse que melhorou, mas a doença ainda existe. Roberto Carlos: Veja bem, eu não estou curado, estou melhor. Algumas coisas estão mais fáceis na minha vida, porque o TOC dificulta muito a vida da gente, muito mesmo. Então algumas coisas são mais fáceis, mas não estou curado. Então, tenho que fazer muita terapia ainda. Lília Teles: O famigerado marrom, que é um dos grandes problemas, todo mundo sabe que não é pra chegar perto de marrom... Existe isso mesmo, ainda é um problema para você? Roberto Carlos: Eu não visto marrom, mas nunca reclamei que alguém vestisse marrom. Eu não gosto de gravem comigo de marrom, não gosto muito não. Mas o marrom é uma cor que eu não gosto mesmo, não curto. O coração também continua como sempre. Lília Teles: Está namorando? Roberto Carlos: Não estou não. Lília Teles: Por que estão sempre arranjando uma namorada para Roberto Carlos? Roberto Carlos: É. Toda hora me arranjam uma. Lília Teles: Essas namoradas não existem? Roberto Carlos: Não. Não existem. E foi em Miami também, quando se preparava para o show, que Roberto Carlos resolveu falar sobre a primeira vez sobre a maior polêmica em que já se envolveu desde o início da carreira: a decisão de ter entrado na Justiça para impedir, mais uma vez, que fossem revelados segredos sobre sua vida. Roberto conta porque ficou tão incomodado com a biografia “Roberto Carlos em detalhes”, do autor Paulo César de Araújo. Roberto Carlos: Em primeiro lugar, não vejo porque uma biografia não-autorizada se eu pudesse autorizá-la, se me fosse consultado. Se eu estou aqui, porque não autorizá-la se ela pode ser autorizada? Em segundo lugar, a invasão de privacidade, que para mim é uma coisa fundamental em ser protegida. Enfim, para mim essas são duas das coisas principais. Lília Teles: Você autorizaria se ele tivesse te pedido? Roberto Carlos: Não. A invasão de privacidade é uma coisa muito séria. Quando, antes de eu entrar com essa ação, eu logicamente consultei os meus advogados, que direito eu tinha dentro da lei, da Constituição, em relação a isso. E se chegou a conclusão que a lei realmente protege a privacidade de todo mundo, de todo o cidadão. Enfim, dentro da lei é que nós tomamos essa decisão e entramos com a ação. Lília Teles: Mesmo você sendo uma pessoa pública, você acha que isso também não... Roberto Calos: A mesma coisa. A lei diz isso. Ele afirma que não houve censura. Roberto Carlos: Eu não sei por que essa onda toda de achar que isso é uma volta à censura. Isso não se trata de censura. Se trata de proteger a minha privacidade. E outra coisa que eu quero explicar, que eu acho que tem que ficar muito claro: o livro saiu de circulação por um acordo. Não foi julgado, não foi proibido o livro pela Justiça. O livro saiu de circulação por um acordo. Eles podiam não ter topado o acordo. O acordo foi feito porque eles toparam. Lília Teles: Eles chegaram a sugerir que você falasse de algumas partes que você não gostava, para que eles tirassem? Isso passou pela sua cabeça? De você sugerir que eles tirassem algumas partes ou não? Roberto Carlos: Não, porque isso é que realmente seria censura. Eles chegaram a me propor isso, mas eu não concordei, porque, na realidade, isso seria censura. Eles me propuseram, mas eu não quis. Lília Teles: Você leu o livro? Roberto Carlos: Li. Li todo. Lília Teles: Os livros foram entregues a você. E o que você vai fazer desses livros? Roberto Carlos: Não sei. Agora, quero que fique também claro que eu nunca disse que ia queimar os livros. Não sei de onde surgiu essa história. Nunca pensei em queimar os livros. Agora, fico pensando no que eu vou fazer, porque só tem duas opções. Ou guardo os livros pra sempre em algum ligar, ou uma outra opção seria reciclar, que a gente não decidiu ainda o que fazer. Mas com certeza queimar o livro nunca passou pela minha cabeça. Ele diz que sai magoado do episódio, principalmente, pelo julgamento que sofreu de algumas pessoas. Roberto Carlos: Logicamente que todos estes ataques, essas coisas que têm falado sobre a minha atitude, tem me incomodado muito, tem me incomodado sim. Mas, estou consciente da minha atitude, estou tranqüilo em relação ao que eu fiz. Eu tenho certeza que não fiz nada de errado, porque fiz, sobretudo, o que a lei me permite. Eu acho que a lei protege as pessoas que agem corretamente. Não foi a primeira vez que Roberto Carlos impediu a divulgação de biografias não-autorizadas. Pelo menos outros três autores também tentaram desvendar os segredos sobre a vida do Rei. Mas Roberto diz que ele próprio pretende contar sua história. Roberto Carlos: Eu pretendo escrever meu livro, ditar meu livro para alguém escrever. Gostaria que me livro fosse orientado, vamos dizer, a minha história, minha biografia fosse orientada por mim. Eu contaria minha história da forma mais detalhada possível. Por enquanto, os fãs parecem se contentar em conhecer um Roberto Carlos que sabe cantar falando de amor

permalink

A Lógica do amor  (PARA LER E REFLETIR) escrito em sábado 13 dezembro 2008 03:04

Blog de ulyssesdorego : ulysses Mazza, A Lógica do amor

A Lógica do Amor Marquinhos e Margô são duas pessoas muito queridas, como se fossem nossos filhos. Ficamos felizes quando soubemos que Margô estava esperando um bebê. Era a resposta à oração da Stela, filha do casal, que sempre orava pedindo um irmãozinho. Passada a euforia da notícia, um dia, sentadinha frente a frente com a mãe, Stela se sai com esta: - Agora você não vai me amar mais, não é? Agora vai ter que amar meu irmãozinho. Margô respirou fundo, pensou um pouco e disse: -Você ama a mamãe? - Sim, você sabe... respondeu Stela. - E você ama também o papai? - Claro! respondeu Stela com os olhinhos brilhando. Margô completou: - Então, está vendo? Se você pode amar a mamãe e o papai, a mamãe também pode amar você e o seu irmão. A menina de sete anos entendeu a lógica do amor e foi brincar. Algumas semanas depois, aconteceu o que ninguém desejava. Margô teve um pequeno sangramento, correu para os médicos, tomou todos os cuidados, mas não pode evitar a perda da gravidez. Choramos. Margô levou Stela para o quarto, tomou-a nos braços e disse: - O bebê saiu da barriga da mamãe. Ao sair do quarto, Stela encontra o pai muito abatido. Eram duas preocupações de igual peso: a perda do neném e a reação da Stela. A menina se volta para o pai e pergunta: - Você está triste porque o neném foi embora? Fica triste não, pai. Espera que o Papai do Céu dá outro. Era, mais uma vez, a lógica do amor em ação.

permalink

GRANDES NOMES-Djavan entrevista  (GRANDES NOMES) escrito em sexta 12 dezembro 2008 23:07

entrevista de djavan

permalink