GRANDES NOMES-JESUS CRISTO  (GRANDES NOMES) escrito em segunda 22 dezembro 2008 23:03


O Outro Rei Mago

Conta uma velha lenda que quando os três reis Magos – Gaspar, Melquior e Baltazar – se dirigiram à Belém e chegaram ao estábulo onde nascera o menino-Deus, depositaram seus presentes: ouro, incenso e mirra, diante do menino e de sua mãe, mas a criança não sorriu – ele não percebeu o esplendor do ouro e nem sentiu o cheiro da mirra e quando Maria ascendeu o incenso, a fumaça fez o neném tossir. Os três Magos, depois de reverenciarem o pequenino, se despediram meio desapontados. Assim que seus camelos desapareceram atrás das montanhas, chegou à Belém, um quarto rei Mago. Sua pátria era um país banhado pelo Golfo Pérsico. Quando ele viu a estrela que anunciava o nascimento do Deus que viria redimir a humanidade, sentiu que tinha de procurar o lugar sobre o qual ela brilhava. Aprontou-se para ir reverenciar o menino-Deus e levou para presenteá-lo o que tinha de mais precioso: três grandes pérolas brancas, maiores que um ovo de pomba. Viajou muitos dias e ficou sabendo dos outros três reis e de seus presentes. Mas ...suas mãos estavam vazias quando descobriu o lugar anunciado pela estrela – ele não tinha mais as pérolas!... Ao chegar ao estábulo, abriu as portas com cuidado e viu o menino Jesus sobre os joelhos de sua mãe. Ela o embalava suavemente cantando uma cantiga de ninar. Lentamente o Rei entrou e se atirou aos pés do Menino e de sua mãe e, hesitante começou a falar: “Menino-Santo, eu vim lhe render homenagens e estou sabendo que aqui já estiveram três reis trazendo-Lhe ricas oferendas. Eu também tinha um presente para lhe dar: três pérolas preciosas, mas... não as tenho mais! Acontece que eu tive de pernoitar em uma hospedaria de beira de estrada e ali encontrei um velho tremendo de febre, estendido sobre um banco. Ninguém sabia quem era e ele não trazia dinheiro algum, com toda certeza morreria abandonado. Eu tive pena dele, peguei uma das pérolas e dei ao hospedeiro para providenciar um médico e, se o velho morresse, que tivesse garantido um túmulo em terra abençoada. Na manhã seguinte, eu parti. A estrada seguia por um vale deserto, cheio de enormes rochedos. Subitamente eu ouvi gritos vindos de um bosque. Procurei ver o que estava acontecendo e deparei-me com soldados subjugando uma jovem mulher e se preparando para serviciá-la. Eram muitos e eu não teria condições de lutar contra eles. Oh! Divina-criança, perdoa-me mais uma vez pois eu peguei outra pérola e paguei a liberdade daquela jovem. Ela me agradeceu e fugiu para as montanhas. Eu agora só tinha uma pérola, mas ao menos uma eu queria lhe trazer! Já estava bem próximo de Belém, mas ao passar por uma pequena vila, ouvi muito choro e gritos – eram mães de pequeninos que tinham sido mortos por soldados em obediência às ordens de Herodes”: “matem todos os meninos de até dois anos!! Eu vi um soldado pronto a cortar a cabeça de um menininho que chorava muito, sua mãe gritava dolorosamente – ah! Menino-Deus, perdoa-me, mas eu peguei a terceira pérola e a dei ao soldado para que ele devolvesse a criança à mãe. Ah! meu Santinho! É por isso que venho de mãos vazias. Perdão! Perdão! O silêncio reinava no estábulo quando o rei concluiu sua confissão. Durante alguns instantes ele permaneceu inclinado, com a testa no chão e finalmente quando levantou os olhos viu S.José se aproximando e Maria olhando o filho que parecia dormir. Não! O menino Jesus não dormia. Lentamente ele se virou estendendo suas mãozinhas pra as mãos vazias do rei. ..... e o menino Jesus sorria. Fonte: Joannes Joersen - Os Mais belos Contos de Natal - Editora Vozes. Adaptado por Daura Guimarães.


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INTERPRETES DO REI  (GRANDES NOMES) escrito em domingo 21 dezembro 2008 19:25

 

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Filmografia do Rei  (GRANDES NOMES) escrito em domingo 21 dezembro 2008 18:19

http://www.geocities.com/r_crescencio/filme1.jpghttp://www.geocities.com/r_crescencio/filme2.jpghttp://www.geocities.com/r_crescencio/filme3.jpg

Outras participações do Rei em filmes Aguenta o Rojão - Ano: 1958. Direção de Lívio Bruni. Elenco: Zé Trindade, Reginaldo Farias, Zezé Macedo, Carlos Imperial e Roberto Carlos. Alegria de Viver - Ano: 1958. Direção de Watson Macedo. Elenco: Eliana Macedo, John Herbert, Yoná Magalhães, Carlos Imperial e Roberto Carlos. Minha Sogra é da Polícia - Ano: 1958. Direção de Lívio Bruni. Elenco: Violeta Ferraz, Costinha, Carlos Imperial, Erasmo Carlos, Roberto Carlos e Wilson Simonal.

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CURIOSIDADES DOBRE ROBERTO CARLOS  (GRANDES NOMES) escrito em domingo 21 dezembro 2008 17:34

"Roberto Carlos é o único estrangeiro a ganhar o Festival de San Remo na Itália."

"Roberto Carlos é o único cantor latino americano a vender mais discos que os Beatles, 76 milhões de cópias em todo o mundo."

"Está no Guiness: Roberto Carlos é o cantor brasileiro que mais ganhou discos de Ouro, (21), Platina, (20) e Duplo de Platina, (20), num total de 61. Cada disco de Ouro equivale a 100 mil cópias vendidas, o de Platina a 250 mil e Duplo de Platina a 500 mil."

"A música Apocalipse bateu o recorde de execuções em um só dia, com 3.608, das 7 da manhã às 7 da noite. Para se ter uma idéia da grandiosidade destes números, as dez músicas do LP de 1983, somadas, alcançaram 5.981 execuções."

"Roberto Carlos ganhou o Grammy, o Oscar da Música, que o consagrou o melhor cantor pop latino." "Roberto Carlos é o primeiro e único artista em toda a história da música a gravar dois discos por ano, durante a sua carreira - um em português e outro em espanhol."

"A sua coleção de discos de Ouro, Platina e Diamantes, se colocada lado a lado, daria a volta no Maracanã."

"Roberto Carlos foi o primeiro artista nacional a atingir a marca de mais de 1 milhão de discos vendidos a cada lançamento."

"Em 1988, coube a Roberto Carlos a honra de ter sido o primeiro artista nacional da CBS com um CD lançado no Brasil."

"Em 1974, a Rede Globo apresentou, pela primeira vez, Especial de Natal com Roberto Carlos, inaugurando uma tradição que se repete até hoje, sempre com a aprticipação de convidados especiais, mostrando que o Rei sempre teve muito mais que um milhão de amigos."

"A música Amigo, serviu de tema para a visita do Papa João Paulo II ao México, cantada por um coro de crianças em transmissão ao vivo para todo o mundo."

"Roberto Carlos ganhou da CBS, o Globo de Cristal, prêmio oferecido aos artistas que atingem a marca de 5 milhões de discos vendidos fora de seu país de origem."

"Em 1976, muito antes da ecologia entrar na ordem do dia de todos os povos e continentes, Roberto Carlos evocava em O Progresso, os problemas com a caça predatória das Baleias."



veja os convidados do rei:


http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=30771339&tid=5279720588817929347&start=1

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O rei e a Jovem guarda  (GRANDES NOMES) escrito em domingo 21 dezembro 2008 17:20

Blog de ulyssesdorego : ulysses Mazza, O rei e a Jovem guarda

O futuro pertence à jovem guarda porque a velha está ultrapassada." Descontextualizada pelo publicitário Carlito Maia, a frase do líder soviético Vladimir Lênin batizou no Brasil, em 1965 um dos programas de TV de maior audiência da época: o Jovem Guarda, apresentado pelos emergentes cantores e ídolos juvenis Roberto Carlos (O Rei), Erasmo Carlos (O Tremendão) e Wanderléa (A Ternurinha). No auge da sua popularidade, ele chegou a alcançar três milhões de espectadores só em São Paulo, de onde era transmitido (em videotape, ele chegava também ao Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife). Mais do que uma boa idéia para preencher o horário que ficou vago por causa da proibição da transmissão direta dos jogos do campeonato paulista de futebol, mais do que uma excelente forma de derrotar o Festival da Juventude (líder de audiência da TV Excelsior desde 1964) e de vender um monte de quinquilharias (de discos a calças, blusas e até bonecas), o programa Jovem Guarda foi o catalizador de um movimento que pôs a música brasileira em sintonia com o fenômeno internacional do rock (a esta altura, no seu segundo momento, o da invasão britânica liderada pelos Beatles) e deu origem a toda uma nova linguagem, musical e novos padrões de comportamento. Entravam em cena as guitarras elétricas (incorporadas de vez à música brasileira mais típica pelo movimento seguinte, a Tropicália), a idéia de uma música exclusivamente jovem, com signos jovens (mais até do que na bossa nova) e toda uma constelação de artistas: Wanderley Cardoso, Jerry Adriani, Eduardo Araújo, Martinha, Ed Wilson, Waldirene (A Garota do Roberto), Leno & Lílian, Deny e Dino, Bobby Di Carlo e grupos como Golden Boys, Renato & Seus Blue Caps, Os Incríveis, Os Vips e tantos outros. O programa de TV acabou em 1969, mas a estética da Jovem Guarda nunca deixou de estar presente na música brasileira feita a partir da década de 70. Primeiros ídolos Os primórdios do movimento devem ser procurados na segunda metade dos anos 50, quando o país começou a ser exposto à informação rock’n’roll, através dos discos de Elvis Presley e Bill Haley, da Revista do Rock e de programas como Hoje É Dia de Rock (de Jair de Taumaturgo, na Rádio Mayrink Veiga carioca), Clube do Rock (de Carlos Imperial, na TV-Rio) e Crush em Hi-Fi (na TV Record, de São Paulo). No fim da década, o país ganhous seus primeiros ídolos do rock: a paulista Cely Campello (de Estúpido Cupido, versão de Stupid Cupid, de Neil Sedaka), Carlos Gonzaga (de Diana, versão para música de Paul Anka), Sérgio Murilo (de Marcianita e Broto Legal), Tony Campello (irmão de Cely), Demétrius, Albert e Meire Pavão. Eles representaram o rock em sua vertente mais adocicada, a das baladas. O contraponto selvagem, da eletricidade, de Elvis e Chuck Berry, ainda estava sendo gestado. Na Tijuca, bairro do subúrbio carioca, essa era a curtição de uma turma de rapazes que se reunia na Rua do Matoso. Em 1958, China, Arlênio, Trindade, Tim Maia, Erasmo Carlos e Roberto Carlos formaram o grupo Os Sputniks, que acabou no mesmo ano, mas não sem antes chamar a atenção de um sambista de idéias elétricas que andava pela área: Jorge Duílio Lima Meneses, o Jorge Ben. Em 1960, o rock da Juventude Transviada brasileira teria seu primeiro sucesso: Rua Augusta, de Ronnie Cord (Ronald Cordovil). Mas era tarde: o gênero começava a perder seu impacto, acossado pela bossa nova. No começo da década, Cely Campello deixou a música para se casar e Roberto Carlos foi cantar bossa. O rock, porém, resistia nos subúrbios de Rio e São Paulo, onde surgiram grupos vocais como Golden Boys (de Alguém na Multidão) e Trio Esperança (de A Festa do Bolinha, formado por irmãs dos Golden Boys) e instrumentais, na onda do Twist (inspirada pelo sucesso Let’s Twist Again, de Chubby Checker), como Renato & Seus Blue Caps (no qual Erasmo Carlos chegou a cantar), The Jordans, The Jet Blacks e The Clevers (futuro Os Incríveis). No entanto, Sérgio Murilo, Ronnie Cord e Demétrius seguiram década adentro fazendo rock-balada, ao lado de recém-chegados como George Freedman (Coisinha Estúpida) e Wanderléa. Início do reinado Mas, em 1963, um renovado Roberto Carlos apereceu com Splish Splash (versão de Erasmo para música de Bobby Darin), rock que daria título ao seu LP daquele ano. Parei na Contramão, o sucesso seguinte, abriu o caminho para o seu grande estouro: O Calhambeque. Com isso, Roberto não só renovou sua inscrição no clube do rock, como iniciou seu reinado naquele cenário que mais tarde seria conhecido como Jovem Guarda. Calhambeque seria o destaque de seu LP seguinte, É Proibido Fumar, cuja faixa-título tornou-se outro clássico. O grande parceiro de Roberto, Erasmo Carlos, também começava nessa época sua carreira solo, com o sucesso Minha Fama de Mau. Em 22 de agosto de 1965, quando o programa Jovem Guarda estreou, o cenário do movimento estava quase que completamente montado – Wanderley Cardoso era O Bom Rapaz, Eduardo Araújo O Bom, Jerry Adriani O Italianíssimo, Martinha O Queijinho de Minas, Rosemary A Boneca Loura Que Canta, Ronnie Von O Pequeno Príncipe. Outros que também chegaram: Sérgio Reis, Antonio Marcos, Vanusa, Agnaldo Rayol, The Fevers, Ed Wilson (irmão de Renato e Paulo César Barros, do Renato & Seus Blue Caps), Prini Lorez, The Pop’s... Naquelas "jovens tardes de domingo", a palavra de ordem era iê-iê-iê, adpatação do "yeah, yeah, yeah!", da música She Loves You, dos Beatles – não por acaso, o filme do quarteto, A Hard’s Day Night, foi exibido no Brasil com o título de Os Reis do Iê-Iê-Iê. A maior parte das letras eram ingênuas e recatadas, e boa parte das músicas, versões de sucessos do rock americano, britânico, italiano e até japonês – Erasmo Carlos, Renato Barros e Rossini Pinto eram os grandes versionistas. Havia, porém, quem insistisse em compor – os de maior destaque foram a dupla Roberto & Erasmo, Getúlio Côrtes (de Negro Gato, cantada por Roberto), Leno, Carlos Imperial e o próprio Rossini. As relações entre a jovem guarda e a bossa nova nem sempre foram cordiais. Havia quem, como Jorge Ben, transitasse entre os dois programas:o Jovem Guarda e o Fino da Bossa. Mas Elis, que apresentava o Fino com Jair Rodrigues, chegou a liderar uma passeata contra as guitarras elétricas. Em 1965, Roberto deu o nome do programa ao seu LP: Jovem Guarda veio com os clássicos Quero Que Vá Tudo Pro Inferno e Mexericos da Candinha. Em pouco tempo, a moda adotada pelos apresentadores tinha se espalhado pelo país (e dá-lhe calças colantes de duas cores em formato boca-de-sino, cintos e botinhas coloridas, minissaia com botas de cano alto), bem como seus gestos e gírias – broto, carango, legal, coroa, cuca, barra limpa, barra suja, lelé da cuca, mancada, pão, papo firme, maninha, pinta, pra frente e, "É uma brasa, mora?", tudo veio da Jovem Guarda. Explosão nas garagens E o sucesso só fazia crescer: em 1966, o sucesso de Roberto com O Calhambeque havia chegado a Portugal, França, Argentina, Uruguai e México. No mesmo ano, o Jovem Guarda realizou seu I Festival de Conjuntos, do qual participaram cerca de cinco mil. O primeiro colocado foi o grupo paulista Loupha, com o cover para I Can’t Let Go, dos ingleses The Hollies, e o segundo, o gaúcho The Cleans. Um sinal da explosão no país dos grupos de garagem, que saíam se apresentando em clubes sociais, rádios, televisões regionais, festas de igreja e aniversários e logo estariam embarcando na viagem psicodélica dos americanos e ingleses – caso dos paulistanos Mutantes, de Rita Lee e dos irmãos Sérgio e Arnaldo Dias Baptista. O ano de 1967 traria inesperadas novidades. Por sugestão da irmã Maria Bethânia, o baiano pós-bossanovista Caetano Veloso começou a ver o iê-iê-iê com outros olhos. Ao mesmo tempo, o amigo Gilberto Gil converteu-se aos Beatles. Resultado: no III Festival da Música Popular Brasileira da TV Record, Gil estaria apresentando seu Domingo no Parque com os Mutantes e Caetano sua Alegria, Alegria com os argentinos Beat Boys. Era a Tropicália, que mais tarde seria apresentada no disco-manifesto Panis et Circencis. Ao mesmo tempo, a Jovem Guarda iniciava o seu declínio. Em 1968, Roberto Carlos ganhou o Festival de San Remo com Canzone Per Te, de Sergio Endrigo e, no ano seguinte, estaria iniciando sua fase romântica, na qual seguiu pelas décadas de 70, 80 e 90, como um dos maiores cantores brasileiros. Logo o programa saiu do ar e a Jovem Guarda se desmanchou. Cada um foi para um lado. Houve quem seguisse Roberto na carreira de cantor romântico (Wanderley Cardoso, Jerry Adriani, Ronnie Von), quem continuasse no rock (Erasmo, Leno sem Lilian, Os Incríveis) e quem se bandeasse para o brega (Agnaldo Rayol e Reginaldo Rossi, que liderou a banda The Silver Jets em Recife), música sertaneja (Nalva Aguiar, Sérgio Reis) ou mesmo rock rural (Eduardo Araújo). Os Fevers se tornaram uma das mais ativas bandas de bailes e de estúdios e os Golden Boys gravaram coros em muitos discos de MPB. Nos anos 80, o Rock Brasil trouxe de volta músicas da Jovem Guarda em regravações de Lulu Santos (O Calhambeque), Blitz (Biquíni de Bolinha Amarelinha, de Sérgio Murilo), Léo Jaime (Gatinha Manhosa, de Erasmo) e Patife Band (Tijolinho, de Bobby di Carlo). Era o ensaio de um revival, que efetivamente ocorreria em 1995, na comemoração dos 30 anos do programa. Remanescentes do movimento (Wanderléa, Erasmo Carlos, Ronnie Von, Bobby de Carlo, Os Vips, Os Incríveis, Martinha, Leno e Lilian, Golden Boys, entre outros) regravaram seus sucessos em uma caixa de cinco CDs e fizeram uma série de concorridos shows conjuntos. Ao mesmo tempo, relançamentos em CD trouxeram de volta quase todo o acervo de gravações originais. E, nos anos 90, as bandas de rock, mais do que nunca, regravaram o repertório da Jovem Guarda: o Barão vermelho foi de Pode Vir Quente Que Eu Estou Fervendo, os Engenheiros do Hawaii de Era um Garoto que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones, o Skank de É Proibido Fumar e Paulo Ricardo de Você Não Serve Para Mim.

fp:http://cliquemusic.uol.com.br/br/Generos/Generos.asp?Nu_Materia=11

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