Home Data de criação : 07/02/07 Última atualização : 10/02/08 23:41 / 762 Artigos publicados
 

Escute essa canção- TINA TUNER  (ESCUTE ESSA CANÇÃO) escrito em segunda 08 fevereiro 2010 23:41

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http://mercifulcrap.files.wordpress.com/2008/12/tina1.jpghttp://lh4.ggpht.com/chinazhangzhengying/R2CFaFyD9zI/AAAAAAAAADg/hCad0Bywyjg/Tina_Turner+JPEG_image_picture%5B3%5Dhttp://prescottcraven.files.wordpress.com/2009/02/tina-turner.jpghttp://2.bp.blogspot.com/_7kbJythr9sc/SduJQn7uMII/AAAAAAAABX0/fKmzqUcUiSo/s400/tina_turner.jpghttp://3.bp.blogspot.com/_vcP27dBN2kI/SZQ3Pw7JgqI/AAAAAAAAD4o/d_gQq3o1Qps/s400/tina-turner-nc.jpg

Sou apaixonado por essa deusa !!!

Tina Tuner  é dessas artistas que nos hipnotiza com a voz .Fecho os olhos e vejo o poder de sua voz revirando minhas emoções.Incrível como meu corpo se transforma: coração acelerado ,calor subito pelo corpo a vontade de rir e chorar ao mesmo tempo.Uma felicidade constante toma conta de mim.Ave TINA!!!!!!Essa canção é linda,por isso divido com vocês!

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TONIA CARREIRO  (GRANDES NOMES) escrito em segunda 08 fevereiro 2010 23:11

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Tonia Carrero se chama Maria Antonieta Porto Carrero. É brasileira, carioca, filha, neta e bisneta de brasileiros. Mas nasceu loira, tipo europeu, com rara beleza. Sua data de nascimento é 23 de agosto de 1922. Seu pai era oficial do Exército Brasileiro, que morreu general.Também seus irmãos seguiram carreira militar. Só a menina, contrariando a vontade materna, “nadou contra a maré”, e bem cedo se interessou por artes, balé, teatro, etc. Formou-se em Educação Física. Esteve na França, estudando francês e balé. Aí já estava casada com um artista requintado de nome Carlos Arthur Thiré. Com ele teve seu único filho Cecil Thiré, também ator. Tonia, bem jovem, deixou o filho com a mesma babá que a criou e com a mãe, e foi para Paris. Ingressou num curso de teatro e percebeu logo que essa era sua grande aspiração, uma vocação “nitidamente indispensável”, ela diz. Sempre lindíssima, a beleza a ajudou, mas não trabalhou em Paris. Só estudou. Outra vez no Brasil, trabalhou no filme “Querida Suzana”, e logo apareceu no jornal uma crônica sobre ela, com o título: “Nasce uma estrela”. Não quis fazer chanchada, não quis fazer Atlântica, queria fazer coisas boas e em boas companhias. Fernando de Barros a ajudou, colocando-a na Compahia de Maria Della Costa. Aí foi para o Rio Grande do Sul e participou de filmes, como: “Caminhos do Sul”, “Perdida pela paixão”, onde foi protagonista. Em teatro estreou na peça: “Um deus dormiu lá em casa”, com Paulo Autran. Aí ela, seu marido e Autran organizaram uma Companhia de teatro e fizeram inúmeros espetáculos. Tonia já era estrela nacional. Foi então contratada pela Companhia Cinematográfica Vera Cruz, onde fez “Tico-tico no fubá”, “É proibido beijar” . Começou a ganhar muitos prêmios. Ficou amiga de um grande mecenas, Franco Zampari, e entrou para o T.B.C. (Teatro Brasileiro de Comédia), onde fez, com muito sucesso, ”Leito nupcial”. Começou a fazer televisão. Vicente Sesso a chamou para fazer “Sangue do meu sangue” e “Pigmaleão 70” , já na TV Globo. Fez ainda: “O Cafona”, “Primeiro amor”, “Louco amor”, “Esse louco amor”. Trabalhou também no S.B.T.. E nunca mais saiu de televisão, teatro e cinema. Uma carreira densa. Uma carreira completa. Trabalhou também com o filho Cecil Thiré, com quem teve uma companhia. E agora está fazendo “Um equilíbrio delicado” que é uma peça de grande valor, grande “delicadeza”, segundo ela. que sabe entender as coisas, sabe analisá-las. Sabe, por exemplo, que a carreira de atriz no Brasil tem altos e baixos. Às vezes os textos são bons, às vezes ruíns. É preciso saber passar, saber viver. Prêmios Tonia recebeu todos: “Velho Guerreiro”, “Moliere”, o “APCT”, o “APTESP”, “Prêmio do Mérito Militar”, “Legion des Arts et des Lettres” da França e comendas. Tudo isso e muito mais. Mas, para ela o verdadeiro prêmio foi o filho maravilhoso e inteligente que Deus lhe deu, e que já lhe deu netos e bisnetos. Tonia é bisavó. E feliz com isso. Foi casada por três vezes. E foi muito feliz com seus amores. Sempre homens inteligentes, que muito a ensinaram, segundo ela. Quando lhe perguntam se é vaidosa, responde: “Minha vaidade é melhorar cada vez mais como ser humano, capaz de olhar para os outros, e não apenas para o próprio umbigo. Disso eu sou vaidosa. Sempre procurei e procuro ainda crescer”. Essa é Tonia Carrero, linda ainda em seus 77 anos

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REVOAR -NO PALCO 4,11,18,25 FEV  (NO PALCO) escrito em segunda 08 fevereiro 2010 22:45

REVOAR · 4, 11, 18 e 25 de fevereiro (quintas),
no Teatro Sesc Iracema (ao lado do Dragão do Mar).
Sempre as 20 horas,
só R$10 e R$5
 www.espetaculorevoar.blogspot.com

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GRANDES NOMES -TÔNIA CARREIRO (entrevista a revista época)  (GRANDES NOMES) escrito em domingo 07 fevereiro 2010 18:10

http://www.terra.com.br/istoegente/28/fotos/rep_tonia3.jpg

ÉPOCA - Como é, para você, uma mulher que foi muito bonita na juventude, chegar aos 80 anos?
Tônia Carrero - É estranho. Quando fiz 70, achava que aos 80 seria frágil, que as pessoas iam me olhar na rua e dizer (faz uma voz esganiçada): 'Olha aquela velhota tão fraquinha, coitadinha dela!' Passo longe disso, mas é claro que sinto diferença. Só tento fazer com que os outros não percebam. Não saio mais com as pernas ou os braços de fora, escondo as partes que entregam minha idade. Meu ritmo está mais lento para tudo, sinto mais dificuldade para levantar de uma cadeira, para lembrar de nomes. E olhar no espelho é uma tristeza. Quando fiz 60 anos, sofria muito ao lembrar como eu era e ver, em minha imagem refletida, que não estava mais tão bonita. Era muito sofrimento. Com o tempo, fui me acostumando. A gente se acostuma a tudo, né?

ÉPOCA - O que muda no amor?
Tônia - Ah, muda muito. Sinto uma falta danada de me entusiasmar por um homem, de me apaixonar.

ÉPOCA - Tem namorado?
Tônia - Não, estou sozinha. Não me sinto solitária, mas acho chato não ser mais desejada pelos homens. Lembro com saudade do tempo em que me arrumava porque sabia que me achariam bonita. O fato de nenhum homem me achar atraente a esta altura da vida é muito duro. Tenho a sensação de que, por causa disso, meu charme diminui loucamente.

ÉPOCA - Essa sensação se estende ao palco?
Tônia - Não, no palco é muito diferente. É maravilhoso, a gente consegue rejuvenescer. Quando estava com 60 anos, Sarah Bernhardt foi interpretar Joana D'Arc no teatro. A personagem tinha 16 anos, e todos achavam aquilo ridículo. Na cena em que Joana D'Arc é julgada, um homem pergunta a ela: 'Quantos anos você tem, minha jovem?' E ela respondeu: 'Dezesseis anos'. Falou aquilo com tanta convicção que a platéia inteira explodiu em aplausos (fica com a voz embargada). Ela sabia que podia interpretar uma garota aos 60 anos. Eu, aos 80, sei que posso fazer uma personagem de 60 anos em A Visita da Velha Senhora. Passo muito bem por uma mulher 20 anos mais jovem. Mas a melhor coisa de ficar velha é que hoje estou acima do bem e do mal: digo o que bem entendo, não tenho medo.

ÉPOCA - O que, por exemplo, você pode dizer agora que não diria antes?
Tônia - Hoje consigo falar sobre meus amores. Posso dizer que tive um caso com Rubem Braga (o escritor) e outro com Paulo Autran (o ator), enquanto era casada com Carlos Thiré. E sei que agora isso não abala em nada minha respeitabilidade. Coitado, o Thiré foi bem corneadinho... Mas o que ele fez comigo não foi brincadeira. Às vezes, chegava em casa e dizia: 'Sabe aquela sua amiga? Ontem saí com ela'. As amantes dele iam lá em casa, eu sabia de tudo.ÉPOCA - Como foi sua paixão por Paulo Autran?
Tônia - Fulminante. Conheci Paulo e me apaixonei completamente por ele (os dois estrearam juntos no teatro em 1949, na peça Um Deus Dormiu lá em Casa). Meu filho Cecil (Thiré, hoje ator) era tão pequenininho... Achava Paulo um talento para o teatro, mas inventei de fazer uma peça com ele também porque queria uma desculpa para ficar perto. Eu disse: 'Se não for com ele, não faço'. Paulo era advogado e não queria largar a profissão. Só para me testar, pediu um salário absurdo. E eu dei. Deixei de receber meu salário só para ficar perto dele. Eu não ganhava um tostão. Com o tempo, a paixão foi acabando.

ÉPOCA - Você fala muito das mudanças vindas com o tempo. Mas, hoje, se sente bem?
Tônia - Muito bem. Melhor do que eu achava que estaria a esta altura. Eu me sinto mais inteligente, mais calma, lúcida e bem-disposta. Consigo até encostar as mãos no chão sem dobrar as pernas, olha só (levanta-se e mostra o corpo alongado). O que me entristece mais é perder amigos, vê-los partir. Meu truque agora tem sido arrumar amigos mais novos que eu, cercar-me de pessoas jovens.

ÉPOCA - Você tem algum problema de saúde?
Tônia - Não é exatamente um problema, mas tenho um dreno na cabeça. Há quatro anos caí da escada da minha casa e bati a cabeça na parede. Não aconteceu nada, mas dois anos mais tarde comecei a ficar com dificuldade para caminhar e descobri que estava com hidrocefalia (excesso de líquido no cérebro). Fiz uma pequena cirurgia e botei um dreno debaixo do couro cabeludo. Não vejo e não sinto nada. É como se tivesse um ladrão na minha caixa-d'água.

ÉPOCA - Quantas plásticas já fez?
Tônia - Fiz três no corpo: uma na barriga, outra na coxa e uma terceira nos seios. Todas com Pitanguy. Depois fiz mais duas no rosto. Agora faço só 'manutenções' periódicas, com aplicações de Botox. Aconselho qualquer mulher que tenha dinheiro a fazer plástica. Sou a favor. Nossa imagem física tem um efeito enorme sobre a imagem mental. É bom saber que, mesmo depois de velha, é possível andar um pouquinho para trás no tempo.

ÉPOCA - Gosta de assistir a programas na TV?
Tônia - Gosto de ver o trabalho dos meus companheiros. Mas tem uma coisa que me incomoda. José Wilker e Antônio Fagundes, por exemplo, são atores sensacionais. Aí empurram para eles uns papéis que não estão à altura do talento. Eles não podem fazer essas porcarias! Mas ganham tanto dinheiro que vale a pena. E eu também toparia, se ganhasse aqueles R$ 100 mil, R$ 150 mil. Minha vida seria muito melhor. O problema de trabalhar em televisão é que as pessoas começam a fazer coisas pelo dinheiro. É um conforto trabalhar num lugar que paga muito bem. Mas os que estão começando ganham uma vergonha, quase nada. Trabalham demais e vivem um regime de fome. A televisão hoje é dirigida pelo dinheiro. Paulo Autran sempre diz que o cinema é do diretor, o teatro é do ator e a TV é do patrocinador. Quem paga manda.

ÉPOCA - Você acha que a televisão está apelativa?
Tônia - Ah, essa coisa de pouca roupa, de mulher dançando, isso não me incomoda nada. Acho até engraçado. Não acredito que seja nocivo para a mocidade. Falar palavrão, mostrar a bunda... Tudo bem, para mim. Essas coisas são tão superficiais que não afetam ninguém. Aquilo de dançar na boquinha da garrafa horrorizou todo mundo, e hoje ninguém lembra. Esse negócio de pais ficarem proibindo crianças de ver TV não funciona. Deixem ver tudo!

ÉPOCA - Você já declarou sua admiração por Fernando Henrique Cardoso. No entanto, a classe artística reclamou muito das duas últimas administrações no que se refere à cultura, principalmente ao teatro.
Tônia - Acho essas reclamações uma injustiça. Num país onde não sobra dinheiro para educação e saúde, é preciso ter prioridades. O governo vai dar dinheiro para a cultura quando não tem suficiente para fazer escolas e hospitais? Não pode. Fernando Henrique se preocupou muito com essas duas coisas, e já acho isso um avanço. Fui ao presidente pedir dinheiro para montar minha peça, mas grande parte das verbas veio da iniciativa privada.

ÉPOCA - Mas, se o teatro fica na mão das empresas, não acaba virando uma arte do patrocinador, como você disse que acontece com a televisão?
Tônia - Não vira, não. Quem tem de dar dinheiro para a cultura são as empresas particulares. O dono do supermercado tem de investir em teatro. E isso não altera nosso trabalho. Ainda somos nós que escolhemos os textos, os elencos, e depois vamos procurar verbas. Quem não pode ir a Fernando Henrique, como eu fiz, pode ir à Caixa Econômica, ao Itaú, ao Banco do Brasil... Está cheio de empresa querendo patrocinar cultura.

http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT396319-1666-1,00.html

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A RATOEIRA  (LENDO E REFLETINDO) escrito em quarta 03 fevereiro 2010 04:31

Um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali. Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira e foi para o pátio da fazenda advertindo a todos: - Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa. A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse: - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. O rato foi até o cordeiro e disse a ele: - 'Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira. - Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces. O rato dirigiu-se então à vaca. Ela disse: 'O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher. O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal - a galinha. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o cordeiro. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo. Portanto, na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco. Para refletir: 'Por acaso sou responsável por meu irmão?'
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